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Militantes que vão ficar na República até o fim do impeachment aderem à Virada

Eles aproveitam o movimento da região para explicar a causa do grupo Resistência Contra o Golpe à população

22 de maio de 2016 | 00h12

Na Praça da República, onde está montado um dos maiores palcos da Virada, um acampamento de resistência ao “golpe”, que já está no local há 24 dias, virou ponto de encontro e debates políticos na noite deste sábado, 21.

Os militantes distribuem panfletos, conversam com os passantes e empunham cartazes e faixas. A maior delas diz “Vaza Temer”.

“Estamos aqui e vamos ficar 180 dias. Hoje trocamos ideias com as pessoas e explicamos como e quais direitos podem ser usurpados por esse governo ilegítimo”, conta a coordenadora do movimento Resistência Contra o Golpe, Jully Araújo, 30.

O grupo também é vendedor de bebidas credenciado pela prefeitura.

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