Lenine tem som diferenciado e taxistas burlam a lei
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Lenine tem som diferenciado e taxistas burlam a lei

Eliana Souza

22 Setembro 2013 | 19h22

Julio Maria

Tratamento especial
O show de Lenine, sábado, no Sunset, foi o único da história do Rock in Rio a ter uma sonorização personalizada. Lenine queria fazer o efeito surround que usa em seu disco Chão. O festival deu OK e manejou suas mesas de som para que a distribuição ficasse como na gravação.

Produto interno bruto
Krisium, a banda convidada da lendária alemã Destruction, pode se orgulhar. Foi a primeira vez que o Rock in Rio teve um grupo nacional de deaf metal, a versão mais agressiva e pesada da família dos camisas pretas. O Krisium, hoje um dos maiores grupos do gênero, veio de Ijuí, no interior do Rio Grande do Sul.

Nada de Barra
Os taxistas simplesmente se negam a pegar passageiros para a Barra em dia de Rock in Rio. Não queriam saber nem de chegar perto do Terminal Alvorada, de onde saíam os ônibus para a Cidade do Rock. Negar viagens é contra a lei, mas eles preferiam correr o risco de serem denunciados do que mofar em engarrafamentos que levavam até 2h.

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