Expoente do rock nacional da década de 90, Chorão faria 45 anos
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Expoente do rock nacional da década de 90, Chorão faria 45 anos

O Estado de São Paulo

09 de abril de 2015 | 11h31

Alexandre Magno Abrão, vocalista do Charlie Brown Jr., entrou para a história do rock brasileiro por seu apelido: Chorão. O cantor, que morreu em março de 2013, completaria 45 anos nesta quinta-feira, 9. A carreira do artista nascido em Santos começou no final dos anos 1980, ao conhecer o baixista Champignon. Com Renato Pelado, Thiago Castanho e Marcão, montaram o Charlie Brown Jr., que gravou seu primeiro álbum, Transpiração Contínua Prolongada.

O disco trouxe sucessos como O Coro Vai Comê, Proibida pra Mim e Tudo que Ela Gosta de Escutar. Dois anos depois, mais hits com o disco Preço Curto, Prazo Longo. A música Te Levar foi usada como abertura do seriado Malhação, da Rede Globo. O CD seguinte, Nadando Com os Tubarões, foi o último do grupo com a formação original. Eles registrariam mais oito álbuns.

Chorão também se envolveu em polêmicas. No ano de 2004, ele agrediu o vocalista Marcelo Camelo, do Los Hermanos, no aeroporto de Fortaleza. O motivo seria a declaração de Camelo que criticava a presença do Charlie Brown Jr. em um comercial da Coca-Cola. Em 2005, Marcão, Pelado e Champignon saíram do grupo de maneira conturbada, ocasionando a volta de Castanho. Marcão retornaria ao grupo em 2011, assim como Champignon. Chorão e o baixista brigaram em um show em Apucarana, no Paraná, mas logo houve uma reconciliação. Champignon foi encontrado morto no dia 9 de setembro de 2013, poucos meses após a morte de Chorão.


Chorão também fez o roteiro do filme
O Magnata (2007), com o ator Paulo Vilhena no papel principal. Neste ano, estreou o musical Dias de Luta, Dias de Glória, que retrata a história de Chorão.

Os clássicos do Charlie Brown Jr.

Zóio de Lula

Não é Sério

Proibida pra Mim

Só Por Uma Noite

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