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Ebo Taylor transforma estacionamento da Sala São Paulo em pista de dança com seu afrobeat

Marcio Claesen

06 de maio de 2012 | 00h55

Roberto Nascimento – O Estado de S. Paulo

A aposta da curadoria da Virada em um palco focado em afrobeat caminha para ser um dos destaques deste ano. Às 21h, com meia hora de atraso (devido a uma entediante passagem de som) a banda do carismático Ebo Taylor, direto do Gana, fez pista de dança do estacionamento da Sala São Paulo.

Ebo e banda tocam o autêntico ritmo como poucos: metais respondem às chamadas do coro, uma bateria apoiada por percussionistas desfere a vertiginosa poliritmia do Oeste Africano. O efeito é meditativo, como um show de dub, ou horas passadas em uma balada à pulsação de house music. Não se esperam ápices, e sim ondas compridas e viajantes de ritmo.

Ebo é conhecido por fazer afrobeat nogeriano com sotaque de Gana. Sua pegada é mais pesada e envereda pelo funk como outras clássicas bandas da região, entre elas, a ótima Orchestre Poly-Rythmo do Benin. Mais tarde, o palco do groove recebe ainda Tony Allen, o criador do afrobeat (junto a Fela Kuti) e Seun, o próprio filho de Fela.

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