Dentro da Cidade do Rock
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Dentro da Cidade do Rock

Eliana Souza

13 Setembro 2013 | 15h37

Júlio Maria, do Caderno 2, já está na Cidade do Rock e manda as suas primeiras observações sobre o festival:

Não vou de táxi

– Taxistas cariocas praticam um festival de irregularidades para ganharem mais com o Rock in Rio. Muitos tentam enganar passageiros dizendo que podem deixá-los na frente do portão principal da Cidade do Rock, algo que não é permitido. Outros escolhem destinos e se recusam e pegar passageiros que seguem para endereços que não garantem um bom retorno financeiros para eles, o que é proibido por lei.

Vou de ônibus

– Ao menos nas primeiras horas da tarde de sexta, o sistema de ônibus especiais funcionava muito bem. Antes mesmo que lotassem os motoristas saíam para que outros carros chegassem, respeitando um intervalo de menos de 10 minutos entre um carro e outro. A expectativa era para a volta, quando todos os fãs deixariam a Cidade do Rock ao mesmo tempo.

Recepção de saias

– Um grupo de música escocesa, com suas gaitas de fole, fazia a recepção do público na entrada principal do Rock In Rio, por volta das 14h30. Alguém ainda tem dúvidas de que o evento não se trata de um festival exclusivo de rock?

Quero o meu livro

– Itens proibidos de entrar na Cidade do Rock eram a grande preocupação de um grupo de adolescentes. Eles leram que bonés e óculos de sol estavam proibidos. “Comprei um livro pra ler entre um show e outro que vou assistir, mas acho que não vão deixar entrar”, disse Ana Claudia Fausto. “Eu quero o meu livro. Faço um escândalo se proibirem.”

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