Amplificação desequilibrada não tira entusiasmo do público durante apresentação da Orquestra Sinfônica Municipal
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Amplificação desequilibrada não tira entusiasmo do público durante apresentação da Orquestra Sinfônica Municipal

Marcio Claesen

05 de maio de 2012 | 20h16

João Luiz Sampaio – O Estado de S. Paulo

A porção clássica da Virada começou pouco depois das seis da tarde, no palco montado sob o Viaduto do Chá. A Orquestra Sinfônica Municipal interpretou o Capricho Espanhol, de Rimsky-Korsakov, Uma Noite no Monte Calvo, de Mussorgsky, e a Sinfonia Novo Mundo, de Dvorak.

Em que pesem os deslizes de alguns dos solistas do grupo, em especial entre os metais, e a amplificação desequilibrada, que passou por cima das sutilezas da música, o público lotou a plateia montada pela prefeitura, reagindo com entusiasmo às bem-humoradas e informativas intervenções do maestro Luis Gustavo Petri.

O mesmo entusiasmo tomou conta do Anhangabaú após o concerto, com a chegada do piano voador, elevado sobre a praça por um guindaste.  Na sequência, a dança faz sua estreia na Virada com o Balé da Cidade.

 

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