A Cidade do Rock começa a tremer
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A Cidade do Rock começa a tremer

Eliana Souza

19 Setembro 2013 | 14h08


Ensaio ensurdecedor do Sepultura e do grupo francês de percussão Tambours do Bronx (Foto: Jotabê Medeiros)

Jotabê Medeiros

O tremor do ensaio ensurdecedor do Sepultura e do grupo francês de percussão Tambours do Bronx já era ouvido a quilômetros da Cidade do Rock, pouco antes das 14h, enquanto uma fila imensa de mais de um quilômetro de camisas pretas se estendia na portaria do Rock in Rio. O show de fogos de artifício foi acionado logo após.

O Tambours do Bronx, uma espécie de Olodum das profundezas, uniu seu massacre de batidas ao som gutural do Sepultura e o resultado deverá ser uma apoteose logo mais no show, às 18h30.

Transporte. A chegada ao Rock in Rio, apesar de o trânsito já estar pesando, transcorre sem maiores problemas. Nos ônibus, metaleiros com filhos, fãs principalmente do Metallica, dominam a cena. Eles se concentram nos bares da chamada “Cidade Off-Rock”, uma favelinha em que os barracos se adaptaram para faturar algum durante os 7 dias do festival – alguns comerciantes têm esperança de faturar mais de R$ 10 mil no período.

Ali, na Cidade Off-Rock, a cerveja é R$ 5 mais barata do que dentro da Cidade do Rock oficial. Os salgadinhos custam R$ 5, e para usar os banheiros os fãs pagam R$ 1 – mas a maioria prefere as árvores por ali por perto. Nos carrinhos que acompanham a fila serpenteante de camisas pretas, custa R$ 6 a Coca-Cola.