Vento Festival celebra edição plural de 2016 com mini-doc; assista
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Vento Festival celebra edição plural de 2016 com mini-doc; assista

Pedro Antunes

20 de setembro de 2016 | 12h21

Festa em Ilhabela foi realizada entre os dias 9 e 12 de junho, na praia do Perequê 

johnny hooker vento festival

Johnny Hooker

“O que é vento?”

A pergunta não chega a ser mostrada, mas as respostas estão lá.

E, assim, desnudando-se do conceito que criou para si, o Vento Festival dá voz aos artistas integrantes da programação da versão de 2016 falassem o que a palavra vento significa para cada um deles.

Mais libertário, impossível.

Vento, afinal, é liberdade. É o voo livre.

Criado no ano passado, o Vento Festival levou mais uma boa trupe de artistas da cena independente brasileira para a ilha de Ilhabela, no litoral norte de São Paulo.

Karina Buhr

Karina Buhr

Mais do que isso, o Vento criou uma experiência. Para quem esteve na Praia do Perequê, onde foi montado o palco desta edição, e para quem foi às palestras e debates. Foram dois: sexualidade e gênero na música; e o que é cultura maker.

Debateu-se a liberdade de gênero que era exibida no palco, em um festival criado dentro desses conceitos do “faça você mesmo”.

Neste ano, o Vento fez um apanhado interessante de bandas que despontam em suas respectivas cenas. Do trabalho solo e poderoso de Russo Passapusso, do Baiana System, à união rock e dançante de Aldo, The Band.

De Jaloo, com a desconstrução de suas raízes paraenses alinhadas à uma sofrência daquelas, ao poder das vozes da trupe do Salada de Frutas.

Da voz doce de Filipe Catto às canções potentes de Karina Buhr. Do calor de Aláfia ao desamor sofrido de Johnny Hooker. A lista foi grande.

O documentário é uma parceria da produtora Casco com a Recheio Digital.

Liniker

Liniker

Assista, com exclusividade, no Outra coisa:

De quebra, assista ao vídeo lindo da Mahmundi executando a deliciosa Azul:

 

 

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