Café, música e história

Café, música e história

Patrícia Villalba

28 de janeiro de 2011 | 19h14

 Acho que posso afirmar que há uma regra para que todos espaços culturais do Rio tenha um café, restaurante, bistrô ou bar charmoso para os frequentadores fazerem uma boquinha. Muitos, aliás, valeriam a visita por si só. O meu preferido no ramo é o Café Arlequim, do Paço Imperial.

Instalado dentro da Arlequim, loja de discos e DVDs do museu, é programa para o almoço ou para um café no meio da tarde, acompanhado de uma fatia do delicioso bolo de laranja (fofinha e com aquela calda dura de açúcar, a fatia sai por R$ 4,50). Vou lá pelo menos uma vez por semana, porque fica perto da sucursal do jornal, no centro. E estou curiosa para passar lá qualquer tarde dessas de sábado, quando acontecem pocket shows de jazz e rodas de choro.

Se a intenção for almoçar, há pratos muito recomendáveis – embora o preço não seja dos mais camaradas, a comida é deliciosa. Duas boas sugestões são o cuzcuz marroquino com salmão defumado (R$ 25,80/foto) e o guim paku yaki (linguado no papilote com shimeji, R$ 34).

Casa da Família Real na sua passagem pelo Rio, o Paço Imperial é um dos pioneiros da cidade na ideia de ceder parte de seu espaço para a gastronomia caprichada. No seu pátio interno está o Bistrô do Paço, muito bacana, do qual eu falo com mais detalhes mais adiante.

Para conferir a programação do Café Arlequim e outras informações, visite o site por aqui. Fica na Praça 15 de Novembro, 48, ao lado da Assembleia Legislativa. O telefone é (21) 2220-8471. Se for de metrô, desça na estação Carioca.

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