Uma esquadra de diretores autorais eleva o cacife do Festival de San Sebastián

Uma esquadra de diretores autorais eleva o cacife do Festival de San Sebastián

Rodrigo Fonseca

05 de agosto de 2016 | 16h22

“Nocturama”, de Bertrand Bonello

RODRIGO FONSECA

Num esforço de reafirmar seu prestígio já sexagenário no terreno das grandes mostras competitivas de cinema do mundo, o Festival de San Sebastián, na Espanha, reservou para a sua 64ª edição (de 16 a 24 de setembro), um time de autores de respeito para alternar com novatos como Ewan McGregor, que entra em concurso com American Pastoral, seu primeiro filme como diretor. Disputam com ele Nocturama (França), de Bertrand Bonello; Jesus (Chile), de Fernando Guzzoni; The Giant (Suécia/ Dinamarca), de Johannes Nyholm; Lady Macbeth (Reino Unido), de William Oldroyd; Orpheline (França), de Arnaud des Pallières; As You Are (EUA), de Miles Joris-Peyrafitte; e Yourself and Yours (Coréia do Sul), de Hong Sang-soo. Essa lista foi divulgada nesta sexta-feira, mas ainda faltam títulos. O evento espanhol acolherá ainda o esperado thriller Snowden, de Oliver Stone, com Joseph Gordon-Levitt na pele do agente americano responsável por vazar informações secretas. Uma projeção especial foi reservada para o drama fantástico Sete Minutos Depois da Meia-Noite, do espanhol J. A. Bayona (de O Orfanato e O Impossível), sobre a amizade de um menino por um monstro em forma de árvore. O Brasil entra em campo na seleção Horizontes Latinos, com Era o Hotel Cambridge, de Eliana Caffé. Estrelado por Zé Dumont e Suely Franco, o filme acompanha a trajetória de refugiados recém-chegados ao Brasil.

 

 

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