O melhor e o pior do cinema em 2015

O melhor e o pior do cinema em 2015

Rodrigo Fonseca

28 de dezembro de 2015 | 09h44

O regresso de

O regresso de “Mad Max” injetou frescor às narrativas do cinema comercial, a partir da genialidade de George Miller

Como Os Oito Odiados, Boi Neon e Creed – Nascido para Lutar ainda não foram lançados aqui, eles não estarão nesta lista de melhores filmes lançados no Brasil em 2015, fruto de uma reflexão sobre o que vimos de melhor no ano. Seguem 15, para dar sorte…

 Mad Max – Estrada da Fúria, de George Miller

Star Wars – Episódio VII: O Despertar da Força, de J. J. Abrams

As 1.001 Noites – Volume 1, O Inquieto, de Miguel Gomes

Birdman (ou A Inesperada Virtude da Ignorância), de Alejandro González Iñarritu

Mia Madre, de Nanni Moretti

Jia Zhang-Ke – O Homem de Fenyiang, de Walter Salles

Que Horas Ela Volta?, de Anna Muylaert

Leviatã, de Andrey Zvyagintsev

Corrente do Mal, de David Robert Mitchell

Táxi Teerã, de Jafar Panahi

Dheepan – O Refúgio, de Jacques Audiard

Jauja, de Lisandro Alonso

Chatô, O Rei do Brasil, de Guilherme Fontes

MacBeth: Ambição e Guerra, de Justin Kurzel

Casa Grande, de Felipe Gamarano Barbosa

 E o pior do ano, de longe, é Mortdecai: A Arte da Trapaça, de David Koepp, seguido por Batguano, de Tavinho Teixeira, Os Vingadores 2 – A Era de Ultron, de Joss Whedon, Labirinto de Mentiras, de Giulio Ricciarelli, e 50 Tons de Cinza, de Sam Taylor-Johnson.

A menção honrosa de 2015 vai para A Visita, de M. Night Shyamalan.

E a saudade mais profunda vai para a emoção despertada por Últimas Conversas, de Eduardo Coutinho.

Grande ano foi 2015.

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