Necessário com ‘N’ maiúscuclo, ‘Boi Neon’ vence a Première Brasil

Necessário com ‘N’ maiúscuclo, ‘Boi Neon’ vence a Première Brasil

Rodrigo Fonseca

14 Outubro 2015 | 01h32

Alyne Santana e Juliano Cazarré em

Alyne Santana e Juliano Cazarré em “Boi Neon”, de Gabriel Mascaro: melhor filme, roteiro, fotografia e atriz coadjuvante no desfecho da Première Brasil de 2015

Óvni oriundo do planeta Recife, Boi Neon, de Gabriel Mascaro, papou o Redentor de melhor filme no enterro dos ossos da Première Brasil do Festival do Rio 2015 sem encontrar adversários que o derrotassem. O melhor depois dele, Tudo Que Aprendemos Juntos, do baiano

A lista dos eleitos do júri:

Longa (ficção): Boi Neon, de Gabriel Mascaro

Longa documental (documentário): Olmo e a Gaivota, de Petra Costa

Curta: Pele de Pássaro, de Clara Peltier

Diretor (ficção): Ives Rosenfeld (Aspirantes) e Anita Rocha da Silveira (Mate-me Por Favor)

Diretor (documentário): Maria Augusta Ramos (Futuro Junho)

Prêmio Especial do Júri: Quase Memória, de Ruy Guerra

Atriz: Valentina Herszage (Mate-me Por Favor)

Ator: Ariclenes Barroso (Aspirantes)

Atriz coadjuvante: Alyne Santana (Boi Neon) e Julia Bernat (Aspirantes)

Ator coadjuvante: Caio Horowicz (Califórnia)

Roteiro: Boi Neon

Fotografia: Boi Neon

Montagem: Campo Grande

Os queridos do júri popular:

Nise – O Coração da Loucura, na ficção, Betinho nos documentários e Até a China entre os curtas.

p.s.: Para mais e melhores blues do Festival do Rio, não perca três pepitas, assim que puder vê-las:

a) o thriller policial espanhol Pecados Antigos, Longas Sombras (La Isla Mínima), de Alberto Rodriguez;

b) o suspense on the rocks carioca A Morte de J. P. Cuenca, do escritor João Paulo Cuenca;

c) o metamelodrama Tudo Vai Ficar Bem (Everything Will Be Fine), o melhor Wim Wenders dos últimos dez anos, no terreiro da ficção;