Mônica Rossi, versão brasileira: excelência

Mônica Rossi, versão brasileira: excelência

Rodrigo Fonseca

23 de outubro de 2019 | 16h55


RODRIGO FONSECA
Todo mundo que der parabéns pra Mônica Rossi nesta quarta-feira, 23 de outubro, por seu aniversário, vai estar, de certa (e honrosa) forma dando parabéns à dublagem brasileira como um todo, pois a voz dela é um dos patrimônios mais preciosos que a arte de “dobrar” atuações em línguas distintas possui. O trailer nacional de “Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” é abrilhantada pelo desempenho dela (cada vez mais rascante) como Linda Hamilton, atriz cuja volta era ansiada pelos fãs há quase duas décadas, desde a saída dela dos holofotes. O novo longa-metragem da franquia, sob os auspícios de James Cameron, hoje chama mais atenção por Linda do que por Schwarzenegger. E, no Brasil, a produção vem com a força vocal de uma atriz que alfabetizou gerações e gerações de espectadores com sua dublagem pautada entre o charme e a galhofa.

Jayne Mansfield dos estúdios, ela “foi” (e é) as estrelas mais luminosas de Hollywood: Michelle Pfeiffer, Cameron Diaz, Madonna, Julia Roberts, Kim Basinger e Demi Moore, a quem emprestou um memorável trabalho nas raias do folhetim na versão de “Ghost” (1990). Mas nunca se pode esquecer de seu trabalho como a Priscila de “TV Colosso”, fazendo a personagem ir além de seu felpudo corpo de boneca canina. Parabéns e obrigado por você existir… e por estar com a gente, na maturidade de sua interpretação.

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