Mais e melhores blues de 2019: a lista

Mais e melhores blues de 2019: a lista

Rodrigo Fonseca

26 de dezembro de 2019 | 11h02

Rodrigo Fonseca
Eis um balanço do que vimos de melhor e de pior em 2019:
CINEMA
Os melhores do ano
1) “Coringa”, de Todd Phillips
2) “Cafarnaum”, de Nadine Labaki
3) “Era uma Vez em Hollywood”, de Quentin Tarantino
4) “O Irlandês”, de Martin Scorsese
5) “Bacurau”, de Juliano Dornelles e Kleber Mendonça Filho
6) “Deus Existe, e Seu Nome é Petúnia”, de Teona Strugar Mitevska
7) “Dor e Glória”, de Pedro Almodóvar
8) “Parasita”, de Bong Joon-Ho
9) “Nós”, de Jordan Peele
10) “A Vida Invisível”, de Karim Aïnouz
11) “Vingadores – Ultimato”, dos irmãos Joe e Anthony Russo
12) “A Mula”, de Clint Eastwood
13) “John Wick 3”, de Chad Stahelski
14) “História de um Casamento”, de Noah Baumbach
15) “Sinônimos”, de Nadav Lapid
16) “Democracia em Vertigem”, de Petra Costa
17) “Rolling Thunder Revue: A Bob Dylan Story”, de Martin Scorsese
18) “Domingo”, de Clara Linhart e Fillipe Gamarano Barbosa
19) “Ad Astra”, de James Gray
20) “Meu nome é Dolemite”, de Craig Brewer
21) “Graças a Deus”, de François Ozon
O pior:
“JoJo Rabbit”, de Taika Waititi
As decepções do ano
“Entre Facas e Segredos”, de Rian Johnson
“Nada a perder 2”, de Alexandre Avancini
“Malévola 2: Dona do Mal”, de Joachim Rønning
O filme mais injustiçado do ano:
“Rambo: Até o fim”, de Adrian Grunberg

TEATRO
A Melhor Peça:
“Meninas e Meninos”, com Maria Eduarda de Carvalho: texto de Dennis Kelly, com direção de Daniel Chagas e Kiko Mascarenhas
Melhor Texto:
“3 Maneiras de Tocar no Assunto”, de Leonardo Netto
Melhores Atuações nos Palcos:
Marta Paret, Ângela Câmara, Beatriz Marques, Darla Ferreira, Dayse Pozato, Flávia Fafiães, Giedre Bonfim e Luciana Maia, em “Histórias Veladas”
Alexandre Lino, em “O substituto”

Melhor Direção:
Michel Blois e Alexandre Varella, por “Folhas de Vidro”
Marta Paret, por “Histórias Veladas”

HQ
“Brad Barron”, de Tito Faraci, em compilação da Graphite Editora
Encadernados de “Príncipe Valente”, de Hal Foster, da Editora DeAgostini
“Velho Gavião Arqueiro”, da Panini
“Santo”, de Mikhael RS, Alzir Alves, Luciano Cunha e Gabriel Wainer
“Deadwood Dick”, de Joe R. Lansdale, da Mythos
“Pérola”, de Kika Hamaoui, Pericles Júnior e Gabriel Wainer
“O Relógio do Juízo Final”, da Panini
“A Filha da Mãe”, de Tinda Costa e Alexandre Magalhães
“Conan, o Bárbaro”, da Mythos
“Fantasma”, da Mythos

Evento do ano
A homenagem de Cannes a Sylvester Stallone, com a exibição em 4K de “Rambo: Programado para Matar” (1982)

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