Anima Mundi revive 25 anos de história em curtas

Anima Mundi revive 25 anos de história em curtas

Rodrigo Fonseca

30 de junho de 2017 | 09h15

O curta “KJFG nº5”, que abre a série húngara “Log Jam”, integra a mostra de 25 anos do Anima Mundi, que ocorre em julho, no Rio e em São Paulo

RODRIGO FONSECA
Com 470 filmes no currículo, a edição 2017 do Anima Mundi, comemorativa dos 25 anos de história do festival, vai resgatar cults revelados de 1992 até hoje, como o húngaro Log Jam KJFG nº5, de Alexei Alexeev; o inglês Head Over Heels, de Tim Reckart; e o português História Trágica Com Final Feliz, de Regina Pessoa. Este ano, a maior maratona animada da América Latina se instala no Rio de Janeiro de 14 a 23 de julho e, em São Paulo, de 26 e 30 de julho, revivendo sucessos nacionais de seu passado. Integram a lista Até a China, de Marão; Guida, de Rosana Urbes; L.E.R., de João Angelini; e Passo, de Alê Abreu; e O Projeto do Meu Pai, de Rosária.

Vitaminado pela visita do oscarizado cineasta holandês Michael Dudok De Wit (de A Tartaruga Vermelha), o pacote de atrações do Anima Mundi inclui ainda uma retrospectiva canadense, com títulos como The Cat Came Back e When The Day Breaks. O festival exibe promove ainda um debate do cultuado animador uruguaio Walter Tounier, diretor de A Pesar de Todo (2003).

No Rio, o Anima Mundi vai ocupar o Centro, num circuito que integra Cine Odeon, Espaço Cultural BNDES, Centro Cultural Justiça Federal, Cinemateca do MAM, Centro Cultural dos Correios e Centro Cultural do Banco do Brasil; em São Paulo, o festival será realizado na Caixa Belas Artes, CCBB, CCSP, Cinemateca Brasileira e chega também às salas do Circuito Spcine.