Evidência de requinte, o Vivo Rio é o fio de cabelo que resiste (e brilha) no paletó da cultura carioca

Evidência de requinte, o Vivo Rio é o fio de cabelo que resiste (e brilha) no paletó da cultura carioca

Rodrigo Fonseca

30 de março de 2019 | 09h17

Rodrigo Fonseca
Apesar de todo o sucateamento da engenharia cultural carioca, com o fechamento de polos exibidores e livrarias, o Vivo Rio, casa de shows coladinha ao Museu de Arte Modera, ainda preserva a tradição da cidade em promover encontros entre o povão local e a música mais popular do Brasil. Não por acaso, esta noite, o espaço recebe dois ícones da canção sertaneja, que atingiram a marca de 40 milhões de discos vendidos ao longo de 37 álbuns inéditos e oito DVDs, coroados com três prêmios Grammy e centenas de discos de ouro, platina e diamante. É o duo Chitãozinho & Xororó quem vai levar romantismo e metáforas de bucolismo ao palco da casa de shows, às 21h deste sábado. Na apresentação, C & X apresentam ao público seus grandes sucessos como: “No Rancho Fundo”, “Fio de Cabelo”, a emocionante “Se Deus Me Ouvisse” e “Nuvem de Lágrimas”. Terá também uma volta ao passado com: “Fogão de Lenha” e “Chovendo na Roseira”. O ponto alto é “Evidências”, que dá nome à turnê. Neste momento em que fãs se estapeiam por Sandy & Júnior, uma volta às bases do cancioneiro romântico do campo faz bem à alma.

p.s.: O show do Peppino Di Capri no Vivo Rio, na semana passada, lotou a ponto de não ter cadeira alguma vaga.

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