Muito vampiro para pouco filme

Estadão

01 de outubro de 2010 | 11h44

Felipe Branco Cruz

No trailer do longa Vampiros que se Mordam, dirigido por Jason Friedberg e Aaron Seltzer, que estreia hoje, os produtores dão o aviso: quanto maior o sucesso, pior é o filme. O que não deixa de ser irônico. O aviso vale para o próprio longa, onde nos Estados Unidos, fez US$ 36 milhões desde a estreia, em agosto passado, o que não faz do filme um blockbuster, mas também não o transforma em fracasso. A produção satiriza os recentes filmes da saga Crepúsculo e séries de televisão, como True Blood. O que se vê na tela, no entanto, é uma apanhado de piadas de humor negro que beiram o mau gosto, mas são engraçadíssimas. A graça está em comparar as cenas do filmes originais da saga Crepúsculo.

Há em Vampiros que se Mordam boas sacadas, como nas cenas em que o personagem Jacob vai virar um lobisomem e se transforma num cãozinho Chihuahua, ou ainda quando seus colegas lobisomens resolvem defendê-lo e começam a tirar a camisa e dançar a música It’s Raining Men.

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