Mil pessoas não entram em show de Michel Teló em São Paulo

Cristiane Bomfim

29 de setembro de 2011 | 21h15

Por Cristiane Bomfim

“Nossa, nossa. Assim você me mata. Ai se eu te pego. Ai, ai se eu te pego”. Foi cantando esse refrão que o público de cerca de 1.000 pessoas pediu de forma animada que Michel Teló subisse no palco para a segunda etapa da gravação do DVD Michel Teló na Balada.

O cantor parananese subiu no palco da Wood’s, na Vila Olímpia, na zona sul da capital a 1h40 com a música Ei, psiu! Beijo Me Liga. E a partir daí, o público que se espremia na pista e, principalmente nos camarotes lotados, pode acompanhar uma sucessão de sucessos: Larga de bobeira, Vamos fazer festa (do Tchê Garotos), Ai se eu te pego, Me odeie, Se não tem mar vamos pro bar e Se intrometeu foram algumas delas.

O artista apresentou ainda três canções novas que devem fazer parte do DVD – uma delas é Beber, Beber – e fez dueto com Luan Santana e Sorocaba, que estavam no camarote da casa noturna, mas não conseguiram descer até o palco por causa da lotação.

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No palco, Michel Teló deixa claro porque é um dos queridinhos da nova música sertaneja. O show alegre coloca todos na mesma sintonia. As olhadas e piscadelas do artista fazem as meninas quase desmaiarem e a gentileza com que trata o público faz até marmanjo respeitar.

A capital é a segunda das cinco cidades escolhidas para as gravações que começaram no dia 25 em Curitiba, no Paraná. O artista ainda fará gravações no dia 30 em Balneário Camboriú (SC), Goiânia (GO) no dia 04 de outubro. As gravações encerram na cidade de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo.

O show que foi amplamente divulgado em redes sociais e na imprensa atraiu mais gente do que o local comporta. Pouco antes da meia-noite o trânsito estava completamente parado na Rua Quatá. Os estacionamentos estavam lotados e fila para entrar era imensa apesar do preço salgado.

Na entrada dos camarotes a situação era ainda mais complicada. Um bolo de pessoas disputava a atenção da hostess e pedia para entrar. A imprensa ficou de fora junto com outros 1.000 homens e mulheres que foram impedidos de entrar na casa. Do lado de dentro era difícil andar e até pedir uma cerveja no bar.

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