vida

Marcelo Rubens Paiva

23 de agosto de 2010 | 14h51

Claro que comprei a PLAYBOY da  CLEO PIRES.

Aliás, foi filósofa Silvia quem comprou pra mim.

E o cara da banca perguntou se ela era entendida.

Uma mulher não pode apreciar outra pelada que vira sapata?

Eu trouxe a revista comigo para ler no aviäo.

Achei que tudo bem abri-la durante o voo. Ninguém me acharia pervertido, ora, poderia estar lendo a entrevista apenas.

Aliás, eu não sabia se lia ou via a CLEO. 

Suas tatuagens são textos, em inglês, português, francês.

“Live or let die”, é uma delas.

“VIDA” é outra, acima do pubis [adoro esta palavra, pubis, é cientificamente sexy].

 E em vermelho.

Não posso falar muito, porque seu namorado, Joaozinho, é meu brother, e conheci seu pai e sou amigo da sua mãe.

Era um magrela alto quando veio morar em São Paulo, até dava para encarar.

Aí virou marombeiro, ficou forte, se impõe.

Mas podemos usar a desculpa que compramos a PLAYBOY da CLEO apenas para ler. A entrevista e suas tatuagens.

Porque as fotos são estranhas.

Quiseram fazer dela uma femme fatal, tipo Rita Hayword.

Muita pose, olhar sério, penetrante. Falso…

Enquanto queríamos ver e ler ela como ela é. VIDA.

O ensaio da TRIP é melhor.

E olha que de CLEO PIRES eu entendo.

Já tive até a minha.

Isto é, namorei seu clone, ROBERTINHA.

Era o que todos diziam. Não é?

 

Eu e Roberta de boina

 

+++

 

Havia 1 ditado para aqueles que viajavam para a Europa.

Não faça a conversão para não entrar em depressão.

Com alta do Real, o dito mudou.

Faça a conversão e esconda o cartão.

É tudo tão mais barato…

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