Termos

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Marcelo Rubens Paiva

28 de janeiro de 2010 | 11h40

Apesar de um bom patriota, cumpridor dos meus deveres, alistamento militar em ordem, nome limpo [por enquanto], em dia com a Receita e o TSE, poucos pontos na carteira e orgulho de ser brasileiro, costumo decepcionar meus amigos gringos, quando os levo para jantar.

Peço vinho, uísque ou caipirinha de vodka, nunca de pinga, bebida que me enlouqueceu nos tempos de faculdade e me fazia falar sem parar, dar shows desagradáveis e foras, passar mal em muitos banheiros e perder o melhor da festa.

Cheguei até a ganhar um apelido: Marcelo Rubens Mala.

Sou chegado numa capirinha russa. Dizem que não engorda [sem açúcar]. E nunca acerto o termo. Caipirosca? Em alguns lugares, funciona.

Porém achei um lugar no Rio, ao lado do meu escritório local [a Academia da Cachaça, fora do roteiro turístico, cuja a empadinha ganhou o prêmio de melhor petisco da cidade, que meus amigos já chamam de Academia da Cara%$#, pois só marco reuniões lá], que definiu bem: caipivodka.

Foto depois de beber umas com meu parceiro há mais de 25 anos, que mudou a minha vida e me levou para o teatro [produziu 4 peças minhas].

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Falando nisso, minha produtorazinha paulista, Anna Junqueira, se casou com meu ator, Alex Gruli. O namoro engatou firme quando começamos a produzir a peça A NOITE MAIS FRIA DO ANO.

Na cerimônia, colocaram um painel com textos de peças, de Tennessee Williams a Jorge Andrade.

Não é que bem no meio encontro uma frase minha? Faz bem se sentir um clássico eventualmente… Especialmente num casamento.

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Me mandaram essa. Sapatos feminino ideais para os dias de hoje.

ps> se alguém souber de quem é a foto, me avisa, para eu colocar crédito. chegou por email.

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