Quibi, o streaming para chacoalhar o mercado

Quibi, o streaming para chacoalhar o mercado

Marcelo Rubens Paiva

05 de novembro de 2019 | 08h47

Se uma plataforma consegue aporte de US$ 1 bilhão de gigantes como Sony, Disney, Warner Bros, Universal, MGM, Alibaba, PepsiCo, Walmart, P&G e outros, porque aí tem…

E tem, mesmo. A ideia do Quibi é genial e nasceu da observação de um usuário atento, Jeff Katzenberg.

O bilionário que produziu para a DreamWorks e a já presidiu a Disney, em que comprou a Pixar.

Sabe o tempo de espera do busão, voo, de uma corrida de Uber, ou a viagem de metrô, em que a imensa maioria fica na celular, especialmente na rede social?

Pode agora assistir a um conteúdo de cinco a dez minutos de um streaming especialista.

É a ideia do Quibi, que começará em 2020, com conteúdo das gigantes acima e próprio.

No primeiro ano, serão sete mil vídeos. O usuário que não quer pagar, vê anúncios. Se quiser pagar de UR$ 5 a US$ 8, vira premium, sem as interrupções de propaganda e com conteúdo maior.

Enfim, chegou a plataforma ideal para os MILLENIALS e a revolução já detonada por Porta dos Fundos e outros, que viram na internet a maior chance de visibilidade e, com isso, faturamento.

Programas de notícias ou aulas ao estilo TED entrarão no ar diariamente.

Detalhe de que não posso me esquecer: a plataforma será apenas para os celulares.

Quibi vem de quick (rápido) + bits.

Já vendeu mais de US$ 100 milhões em anúncios antes de ser lançado.

E tem nomes como Steven Spielberg preparando conteúdo para ele.

PS> não precisa ser um gênio TI para sacar que o grande concorrente é o menino de ouro do Google, Youtube.

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