Prazer, meu nome é Tom Brady

Prazer, meu nome é Tom Brady

Marcelo Rubens Paiva

23 Janeiro 2017 | 12h53

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Graças a ele, NE cheg de novo chega ao Super Bowl.

Venceu fácil ontem os guerreiros do Pittsburgh Steellers.

Jogará a final em 5 de fevereiro em Houston (TX) com Atlanta Falcons.

Ver Tom Brady jogar é como ver Maradona ou Pelé jogar, Senna pilotar, Michael Jordan flutuar.

Seus passes são inclivelmente perfeitos.

Longos ou curtos, eles têm direção certa, no frio ou no calor, na chuva ou na neve.

Suas jogadas são ousadas e criativas. Exerce uma liderança em campo admirável.

Parece fácil lançar a bola, sendo cassado por onze brutamontes.

Parece não sofrer ameaças, ao saber se descolar em campo.

Não tem medo, não se intimida.

Jogador raçudo, inteligente, cheio de truques [inclusive ilegais] do New England Patriots, selecionado apenas na sexta rodada do draft de 2000, Tom já está no time dos maiores quarterbacks do esporte mais competitivo de todos.

Em 2017 pode se tornar o maior de todos.

Entra para história ao levar seu time para a SÉTIMA super final do futebol americano.

Final que já conquistou QUATRO vezes.

Se ganhar a próxima, domingo dia 5 de fevereiro, vira o maior vencedor, à frente da lenda Joe Montana, seu ídolo.

Meu nome é Tom Brady.

Mas pode me chamar Senhor Quebra-Recordes:

Quarterback que mais jogou Super Bowls; maior número de passes lançados para touchdown em Super Bowls; maior número de passes completados em Super Bowls; maior número de jardas completadas em Super Bowls.

Venceu três Super Bowls antes de fazer 28 anos.

Maior número de passes para touchdown em um quarto: 5 (2009)

Maior porcentagem de passes completados em um jogo: 92,9% (2007)

E por aí vai…

Prazer, meu nome é Tom. Não sou marido da Gisele, apenas.