Para ver, sorrir, dançar, lamentar, lembrar e escutar

Para ver, sorrir, dançar, lamentar, lembrar e escutar

Marcelo Rubens Paiva

10 de fevereiro de 2009 | 11h13

“Você vulgarizou a palavra amor, se eu estou feliz, eu a desagrado, se estou triste, eu encho o saco.”

“E quando for a hora, que não demora, não quero ninguém rezando por mim.”

“Mulher apaixonada e pé-na-bunda, rima com uísque de segunda.”

“Mesmo os meus amigos mais canalhas, já tomaram muito sol naquela praia. Eu quero uma mulher pra mim…”

“Não é por acaso que eu durmo na mesa do bar, tem que ser perito no assunto, pra chamar essa bodega de lar.”

“Agora eu ando sozinho, estampando um sorriso cruel, se está perto de mim, está mais longe do céu.”

São trechos e refrões das músicas compostas por Mário Bortolotto, Renato Fernandes, Paulo de Carvalho e Fábio Brum para a banda Saco de Ratos, que toca HOJE em São Paulo, no Teatro X [Rua Rui Barbosa, 399], a R$ 5 o ingresso.

Saco de Ratos:

Mário Bortolotto – Vocal
Fábio Brum – Guitarra
Marcelo Watanabe – Guitarra
Fábio Pagotto – Baixo
Rick Vechione – Bateria
Flávio Vajman – Gaita
Paulo de Tharso e Luciana Vitalano – Vocais
Paulo César Pereio e Lourenço Mutarelli – Participações Eventuais, se o porre ajudar

Bortolotto comanda o show, que dura mais de duas horas e trouxe de volta o sentido sagrado para a noitada [roqueiro que é roqueiro não usa a palavra “balada”]: desabafar!

A banda devolveu ao rock autenticidade e elementos da sua essência, naquela que se transforma na melhor terça da cidade.

Visite o blog do cara e beba da fonte:

http://atirenodramaturgo.zip.net/

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