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Marcelo Rubens Paiva

27 Junho 2011 | 00h31

Neguinho pergunta que catso fui fazer em Nova York.

Além de vagabundagem, comprar umas muambas e sacolagem, fui encontrar este cara aí:

O diretor FLÁVIO TAMBELLINI, do filme MALU DE BICICLETA, ou MALU ON A BICYCLE, que participou do festival de cinema INFFINITO com outros longas e curtas brasileiros.

E virou um grande amigo.

Festival que rola todos há 15 anos

http://www.brazilianfilmfestival.com/

Em cidades como:

CANUDOS

NOVA YORK

VANCOUVER

MIAMI

LONDRES

MONTEVIDÉU

BUENOS AIRES

ROMA

MADRI

BARCELONA

Organização impecável, com grande repercussão.

Todos os filmes lotados.

MALU ON A BICYCLE foi apresentado como:

The film tells the story of Luiz Mario, a São Paulo night-club impresario, a classic bon vivant and Casanova. Surrounded by all types of women, he has torrid flings, but never gets emotionally involved. But his roving days are gone when he falls head over heels for the carioca Malu, after she almost runs him over with her bike. An enigmatic love letter throws the couple’s fervent romance into disarray, turning the story between the two lovers upside-down. Consumed by jealousy, Luiz Mario’s emotions slowly seep into the relationship, destroying everything. How far can one’s imagination go when it comes to love?

E os caras do hotel em que fiquei viram e se amarraram.

Era só cruzar com eles, que eu ganhava um sorriso maroto.

Mó orgulho deu…

Constatação:

Que a APPLE é mais do que uma empresa.

É um modo de vida.

Suas lojas vivem lotadas.

Algumas ficam abertas 24 horas!!!

E quando você vai embora, os vendedores perguntam: “Did you enjoy?”

Como se estivéssemos saindo de um circo ou um parque de diversões.

E estamos.

A APPLE fez do chatíssimo ato de falar ao telefone uma diversão.

E tudo é focado neste princípio.

Não basta a qualidade e design do produto.

Ele tem que viciar e entreter.

Constatação 2.

A crise americana é grave e deu no quê?

Lógico, no corte de verbas dos serviços sociais.

Como abrigos de sem teto.

Sempre eles são os primeiros a dançar.

Salvaram os bancos e seguradoras.

Banqueiros voltaram a lucrar.

Novas bolhas se formam.

Não salvaram os empregos.

E lá estão eles de volta às ruas…

Constatação 3.

A bossa nova não sai de moda e virou musak obrigatório em lojas de museu.

Essa bossinha eletro em que muitas brasileiras têm investido.

Pioneirismo de BEBEL e SUBA.

No mais, o maço de MARLBORO foi pra U$ 13, a gorjeta agora é 20%, e o Brasil tá caro pra car$#*&¨!

Ah, e as saias e shortinhos estão mais curtos.

Bem mais que aqui.

Deve haver um padrâo: quanto maior a crise, menor a saia.

Economizam no tecido ou tem alguma explicação freudiana mais obscura.