flagrantes cariocas

flagrantes cariocas

Marcelo Rubens Paiva

07 de junho de 2010 | 18h38

Adoro este menino.

Faremos um filme juntos, adaptação da minha peça E AÍ, COMEU?, no ano que vem, com BRUNO MAZZEO e EMÍLIO ORCIOLO.

MARQUINHOS. Que, aliás, quase fez a peça em 1999.

É um notório fazendeiro de produtos orgânicos.

E agora lança um quejo de minas, com a sua carinha.

A venda em supermercados da ZONA SUL

E olha que o queijo é muito bom.

 

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Muitas garotas podem se gabar por aí e dizer que comeram o MARCOS PALMEIRA.

O queijo.

É o nosso PAUL NEWMAN, que tem uma linha de produtos e a famosa pipoca com a sua cara no rótulo.

 

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Nome caseiro para um hotel. Na verdade, um albergue num ponto nobre.

A uma quadra da praia [Posto 11].

Cuja diária durante o Carnaval custa mais de 200 pratas.

Albergue?!

 

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Aqui, capricharam.

 

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Já aqui cadeirantes são barrados.

Ou precisa aos gritos chamar o tiozinho da chave.

“Ei, tio! Dá pra dar um help?!”

 

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E agora tem bicicletas para serem alugadas .

Na cidade toda ligada por ciclovias.

Basta ligar do celular, e a trava dela é liberada.

Pagam-se 20 pratas por mês.

Funcionou na Espanha e na França.

Será que aqui pega?

 

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E esta bike híbrida, semi-motorizada, é a nova onda.

 

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Bela pichação no muro de uma residência do Leblon.

Que mensagem o morador quis passar?

Ou apenas nos fazer refletir?

Sobre a moça refletindo…

Sente frio neste inverno?

Ou apenas procura desvendar o enigma feminino diário: Que roupa usar?

 

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