Ética dos emoji

Ética dos emoji

Marcelo Rubens Paiva

22 Fevereiro 2018 | 17h49

 

Emoji, idiogramas usados em mensagens, nasceu, claro, no Japão, terra dos ideogramas.

Parecia, no início, mais uma febre entre adolescentes.

Nada disso: tornou-se linguagem do cotidiano, profissional ou não, de quem lida com a comunicação rápida e sucinta da rede.

E dele uma nova ética nasceu.

Numa pesquisa informal pelo Twitter, descobri as preferências de códigos e emoji de alguns usuários.

Como rir virtualmente?

A disputa foi acirrada, mas “kkk” venceu por pouco “hahaha”.

O polegar para cima é o emoji preferido quando se concorda com uma amiga ou amigo, ou quando finaliza um combinado (apesar de eu achar o cadeado muito mais charmoso).

“Blz” todo mundo sabe o que significa.

E corações em mensagens têm diferentes interpretações.

E pessoas “estão”; desculpe o atentado contra a língua.

Aproveitei fiz umas perguntinhas ao estilo conselheiro amoroso, que estão em falta hoje em dia.

Veja o resultado final (sem qualquer base científica):