doce vapirinha

doce vapirinha

Marcelo Rubens Paiva

04 de novembro de 2012 | 00h41

 

Venha me beijar,
Minha doce vampira

Pegam tanto no pé desta menina, KRISTEN STEWART, a virgem da saga CREPÚSCULO.

Na luz do luar
Venha sugar o calor
De dentro do meu sangue, vermelho
Tão vivo tão eterno, veneno
Que mata sua sede
Que me bebe quente
Como um licor
Brindando a morte.  E fazendo amor,

A querem comportada, um modelo para os jovens, mas ela já apareceu “ousada” em NA ESTRADA, beijou outro publicamente que não era o namorado e agora na cerimônia da Hollywood Foreign Press Association de vestidinho para alguns curto demais estilo saia ou camiseta.

Me acostumei com você Sempre reclamando, da vida…

Me ferindo, me curando, a ferida…

Mas nada disso importa,
Vou abrir a porta,
Pra você entrar,
Beija minha boca,
Até me matar…

Beija a minha boca,

Até me matar

De amor!

A música da Rita Lee retrata sim o que se espera de uma representação do arquétipo de vampiros deturpada pela indústria de entretenimento. Também quer seus membros exemplos de pureza, que sirvam de inspiração.

A sorte que, criado o herói, nasceu sua face sombria, verdadeira e dialética. Pureza só nos salmos. Na vida real, a boa menina quer mostrar as pernocas e seduzir. Ponto para esta que ignora os RPs e segue seu caminho por conta própria.

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