desperdício chinês

desperdício chinês

Marcelo Rubens Paiva

04 Setembro 2013 | 11h06

Custo chinês é alto.

Graças a um regime centralizado, acostumado a dar ordens e manipular sua população.

Constroem cidades, mas se esquecem de consultar se alguém deseja se mudar para lá.

A arrogância das autoridades gera um desperdício de causar inveja em países com déficit habitacional e de infraestrutura.

E cria um enorme paradoxo macroeconômico.

Em 2001, a cidade de Ordos, no noroeste da China, foi construída para abrigar 1 milhão, ao custo de US$ 160 bilhões. Apenas uns 20 mil se mudaram pra lá.

 

 

Em Dongguan, construíram o que seria o maior shopping do mundo.

Só que a clientela não apareceu.

 

 

A cidade planejada de Kunming também não fez sucesso.

 

 

Nem a simpática vila abandonada de Zhangmutou.

 

Nem a vila inspirada de Veneza, Wuqing

 

 

 

 

[dica de Ronaldo Bressane]