Crime de ódio aumenta nos EUA

Crime de ódio aumenta nos EUA

Marcelo Rubens Paiva

16 de novembro de 2017 | 11h52

 

Para a Wired, revista bíblia da Tecnologia da Informação, 47% dos americanos já sofreram algum tipo de abuso pela internet.

Para o FBI, teve no país 6.121 incidentes criminais envolvendo preconceitos contra raça, etnia, ancestralidade, religião, orientação sexual, deficiência e gênero.

57,5% foi motivado por religião, etnia, ancestralidade

21% foi por religião

17,7% foi por orientação sexual.

O restante pelos outros incidentes.

Foram 5.800 no ano anterior, 2015.

A maioria dos incidentes são domésticos e acontecem nas residências (27,3%).

Nas ruas e estradas, 18,4%.

O resto em locais de trabalho, escolas e prédios do governo, restaurantes e boates, garagens, playgrounds, estacionamentos e em até hospitais.

Crime de ódio é uma epidemia sem cura.

Judeus e muçulmanos são os maiores alvos (55%).

Escolas judias são rotineiramente atacadas.

Muçulmanos, mesmo nascidos nos EUA, costumam ser agredidos.

“Volte para seu país”, se dizia em boca pequena. Agora, publicamente.

 

 

Grave…

Desde 1992 o FBI cataloga os crimes de ódio.

E os números aumentam.

Anuncia que seu combate é uma das prioridade

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