bienal caseira

bienal caseira

Marcelo Rubens Paiva

29 de outubro de 2010 | 12h43

Caros senhores curadores da BIENAL de ARTES de São Paulo.

Como podem observar no meu post anterior, a BIENAL me deu inspiração.

Notei que eu também poderia ser um artista.

E talvez ganhar dinheiro com tal ofício.

Afinal, também tenho parede azul e cadeira de rodas com capa de chuva.

E se um artista pernambucano ameaça matar, eu ameaço beijar.

Esperamos que a OAB não julgue as fotos improcedentes.

Gostaria de me inscrever para a próxima edição.

E saber se os caminhos que traço são condizentes com evento de tamanha dimensão.

Utilizando sem autorização peças da PINKY WAINER.

Aguardo ansionamente por uma resposta.

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Recebi esta por email.  Não resisti.

Serra e Dilma respondem: “Por que a galinha atravessou a rua?”

Dilma Rousseff: “No que se refere ao fato de a galinha ter cruzado a rua, eu considero que este é mais um ganho do governo do presidente Lula. Eu considero que foi apenas depois que o presidente Lula me pediu para coordenar o PAC das Ruas é que as galinhas no que se refere ao cruzamento das ruas tiveram a oportunidade de poder cruzar as ruas, coisa que, aliás, só as galinhas com maior poder aquisitivo podiam no governo FHC, no qual o meu adversário foi ministro do Planejamento e da Saúde”.
José Serra: “Olha, este é mais um trololó da campanha petista. Veja bem, as galinhas cruzam as ruas no Brasil há anos. Eu mesmo coordenei a emenda na Constituição que permite o direito de ir e vir das galinhas. Eles ficam falando que foram eles que inventaram esse cruzamento de ruas, mas já no governo Montoro, quando eu era secretário do Planejamento, as galinhas cruzaram as ruas com maior segurança. Eu, por exemplo, criei o programa Galinha Paulistana, que permitiu que milhares de galinhas pudessem cruzar as ruas e, agora no meu governo, vou criar o “Galinha Brasileira”, em que toda galinha terá direito de cruzar as ruas quantas vezes quiser .“
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Hoje estreia no TEATRO FOLHA a peça TE AMO, SÃO PAULO.
O nome diz tudo. Ou quase tudo.
São textos sobre São Paulo de autores como Mário Vianna, Walcyr Carrasco, Mário Bortolotto, Marília Toledo, Dib Carneiro e outros.
Além deste aqui que escreve.
Meu texto é BEIJO NO ROSTO.
Baseado numa crônica que já publiquei aqui.
Projeto da ISSER CONTEÚDO.
Fica sextas e sábados. Olha a ficha aí:

A Última Vez que Te Matei, de Mário Bortolotto,  Direção –  Alexandre Reinecke   Elenco:   Eduardo Leão – Haroldo Carol Bezerra – Vilma Melani Halpern – Vangelis

O Amor em Conta-Gotas, de Sérgio Roveri Direção – Roberto Lage   Elenco:   Marco Aurélio Campos – Arlindo Amazyles de Almeida – Meire Léo Steinbruch – Policial

Bença, Mãe, de Dib Carneiro Neto Direção – Francisco Medeiros   Elenco:   Léo Steinbruch – Paulo Eduardo Leão – Travesti Ariel Moshe – Barbeiro/Português Marcou Aurélio Campos – Porteiro/Terapeuta

Consolação, de Becky e Isser Korik Direção – Alexandre Reinecke   Elenco:   Ariel Moshe – Óscar Melani Halpern – Grammy Marco Aurélio Campos – Ro Amazyles de Almeida – Ju  

Beijo no Rosto, de Marcelo Rubens Paiva Direção – Zé Henrique de Paula   Elenco:   Léo Steinbruch – Policial Eduardo Leão – Ele Carol Bezerra – Ela

Eu Sei que Você Vem, de Walcyr Carrasco Direção – Zé Henrique de Paula   Elenco:   Amazyles de Almeida – Mulher Ariel Moshe – Garçom  

Cine Bijou, de Mário Viana Direção – Roberto Lage   Elenco:   Eduardo Leão – Celso Marco Aurélio Campos – Riba Ariel Moshe – Panfleto

Vão Livre, de Fábio Torres Direção – Caco Ciocler   Elenco:   Ariel Moshe – Samuel Léo Steinbruch – Manuel Carol Bezerra – Raquel

Hora da Batida, de Marília Toledo Direção – Francisco Medeiros   Elenco:   Melani Halpern – Menina Marco Aurélio Campos – Garoto Eduardo Leão – Travesti Léo Steinbruch – Policial

Temos na equipe o Kléber Montanheiro, que será responsável pela direção de arte (cenários e figurinos), Fábio Ock na Trilha Sonora, Paula Tonolli na Produção, e Paulo Henrique Jordão que fará a Iluminação em parceria Isser Korik, o Diretor Artístico

Conteúdo Teatral: www.conteudoteatral.com.br