As peladonas de PoA

As peladonas de PoA

Marcelo Rubens Paiva

11 de novembro de 2014 | 11h00

 

As peladonas de Porto Alegre são ousadas.

Gatas.

Vêm em boa hora.

Na hora do ódio, na hora do rush, na hora do país dividido, na hora da missa, no auge do lobby das igrejas, do pastor intolerante, da feiura da seca, da queima da mata, no fim da água.

A nudez das gaúchas chega com o verão, alegra, provoca, dá tesão.

Ninguém as entenderá.

Continua sem explicação.

Segredos de uma cidade vibrante, de um mundo em ebulição.

Pode aumentar ou sumir. Ganhar adeptos ou ficar para a história.

Mas não nos esqueceremos jamais, das peladonas de PoA.

4 casos foram reportados, três mulheres e um traveca.

O gaúcho Cristiano Bartel foi rápido e até criou um game: “Corrida Pelada! POA”.

O APP está disponível pra Android.

O objetivo: fugir peladona de um policial e desviar de carros, buracos e bancos em 2 cenários possíveis, parque e cidade.

Corra, gaúcha, corra!

 

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