antes tarde do que nunca

antes tarde do que nunca

Marcelo Rubens Paiva

05 de março de 2013 | 11h52

Flagrei na esquina.

A dias para terminar o verão, apareceram para podar as árvores.

Depois de uns 15 apagões [bem acima da média] e 30 estalos [quando a luz apaga e volta em segundos, queimando lâmpadas e aparelhos], numa temporada de muita chuva e blecaute.

Por que não apareceram na primavera?

 

 

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Amo o SESC.

Sempre amarei.

Foi das primeiras instituições a visar o acesso universal quando ainda não era lei.

A olhar o deficiente na sua completude.

E a fazer um balcão em que eu possa, enfim, tomar um cafezinho de boa…

Como este no lendário Cine SESC.

 

 

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