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Z e, depois, a maratona

Luiz Zanin Oricchio

01 de maio de 2009 | 14h40

RECIFE – Fiquei com pena na sessão de ontem: por incompatibilidade técnica entre a cópia e o equipamento, a projeção de Praça Sanz Peña foi péssima. Nem dá direito para avaliar o filme de Vinicius Reis, que me pareceu sensível e interessante. Chato. Vou sair para um dia que promete ser punk. Agora à tarde, cópia restaurada de Z, considerada a obra-prima de Costa-Gavras que, logo depois de apresentar seu filme, embarca de volta para a França. Sujeito mais gentil, impossível. Aos 76 anos, foi submetido a uma maratona de entrevistas e homenagens que um garotinho não aguentaria. Sempre com um sorriso e uma palavra amistosa.Deixa a melhor das impressões aqui no Recife. Bem, depois de Z, vem a sessão do festival propriamente dita: seis curtas e mais dois longas-metragens. Acham pouco ou querem mais?

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