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Vamos por aí?

Luiz Zanin Oricchio

15 de maio de 2009 | 15h43

Fui ver agora de manhã A Mulher Invisível, de Claudio Torres. Não é mau filme, no sentido de ser tosco. Produto de qualidade: Conspiração + Globo Filmes + Lereby (Daniel Filho). Piada, toques de romance, elenco conhecido da televisão, um tanto de pimenta sensual, mas dentro dos limites, e assim vai. Deixo o comentário do filme em si para outra ocasião. Mas é bom dizer que tudo é direitinho – Selton vai bem, Luana Piovani é aquele mulherão que se conhece e os outros não desafinam. Mas cadê a ousadia de quem um dia dirigiu Redentor? A Mulher Invisível é daquela dinastia manjada de Se eu Fosse Você 1 e 2, Divã, etc. Globo Filmes, Daniel Filho, Total Entertainment, agora Conspiração, etc. Cine-TV, em suma. Será que vamos por aí?

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