As informações e opiniões formadas neste blog são de responsabilidade única do autor.

Times comuns, jogadores medíocres

Luiz Zanin Oricchio

28 de julho de 2008 | 19h37

No domingo, depois do empate com o Grêmio, Luxemburgo, técnico do Palmeiras, cravou: não existe nenhum grande time no Brasil. Não existe mais aqui nenhum jogador capaz de desequilibrar um jogo. Então, o jeito é somar pontos em casa, com a ajuda da torcida e beliscar uns pontinhos fora, quando o adversário vacilar. É isso mesmo. E deve ser duro para um técnico dizer isso dos seus próprios comandados e do time que ele mesmo dirige. Mas é retrato fiel do futebol brasileiro. Por conta desse nivelamento por baixo, tudo anda embolado, com vários times candidatos ao título. E quatro grandes clubes – Atlético Mineiro, Vasco, Santos e Fluminense – “disputando” uma vaga na segunda divisão. Amanhã, na minha coluna, escrevo sobre isso, dando uma variada sobre o tema “Se falta qualidade, sobra emoção”. Isso basta?

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências: