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Tempo de mortes

Luiz Zanin Oricchio

07 de outubro de 2013 | 19h46

Chato, né? De repente, eles começam a morrer. Tudo gente nossa.

Primeiro foi Ênio Gonçalves, ator do meu “Carlão” predileto, Filme Demência, além de tantos outros filmes…

Depois, Carlo Lizzani, que vi na tela há pouco em Veneza, num documentário muito bom sobre o neorrealismo, chamado Nós Não Éramos Apenas Ladrões de Bicicleta. Ele é o narrador do filme, que se desenvolve quase inteiro no escritório do seu amplo apartamento em Roma. O mesmo do qual ele se jogou para a morte. Tenho ainda de Lizzani em minha estante seu belo livro de memórias Il Mio Lungo Viaggio nel Secolo Breve.

E agora vai-se Patrice Chéreau, versátil, diretor de teatro e ópera, ator e cineasta, que nos legou pelo menos um filme inesquecível, Rainha Margot, com Isabelle Adjani no papel-título, e Virna Lisi como Catarina de Médicis. Um filme de sangue, paixão…e sexo. Belíssimo.

Vamos parar por aqui?

 

 

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