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“Peninha” de morte

Luiz Zanin Oricchio

06 de maio de 2008 | 14h27

Ontem, assistia ao Roda Viva com a escritora Lya Luft. A certa altura, alguém perguntou se continuava defendendo a pena de morte, como havia feito em sua coluna semanal. Ela respondeu que, em certos casos, é mesmo a favor da pena de morte porque assim a sociedade não teria essa “impressão de injustiça” diante de crimes hediondos.

Depois acrescentou:”se não for a pena de morte, pelo menos deveria haver uma ‘prisãozinha perpétua’ (sic), não é?”.

Desliguei a TV, li duas páginas de Montaigne e fui dormir.

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