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Os 300 de Esparta e Bush

Luiz Zanin Oricchio

26 de abril de 2007 | 17h07

Outro dia fui ver o 300, que não havia assistido ainda porque estava de férias na época do lançamento. Como o filme continua bombando nas bilheterias, ainda continua em tempo. Está certo que algumas imagens, inspiradas em Frank Miller, são bonitas, e algumas impressionantes. Mas aquela sangueira, aquela virilidade que não ousa dizer seu nome, aquela estética de escola de samba fora do contexto…Bem, achei um pouco demais. Além disso, é fascista além da conta, não? Acho que se o roteiro tivesse sido escrito pelo Bush ele não se prestaria como alegoria tão explícita para justificar a invasão do Iraque e outros países infiéis pelos “civilizados”. Acho que Bush seria mais sutil. Fiquei encafifado. Será que ninguém escreveu isso ou coisa parecida?