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Orestes e a violência nossa de cada dia

Luiz Zanin Oricchio

24 de setembro de 2015 | 17h21

No século 5.º antes de Cristo, Eurípedes, na trilogia Oresteia, fala do personagem, Orestes, assassino da própria mãe, Clitemnestra, por sua vez assassina do marido, pai de Orestes, Agamenon. O texto é considerado um marco civilizatório de negação da vingança como forma infinita da reparação do sangue. No filme, a Oresteia conforma a base de reflexão sobre problemas crônicos da violência brasileira, dos tempos da ditadura militar aos dias de hoje.

 

Leia a crítica:

http://cultura.estadao.com.br/noticias/cinema,em-orestes–a-violencia-brasileira-e-discutida-dos-tempos-da-ditadura-ate-hoje,1767859