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O deus mercado e o Estado

Luiz Zanin Oricchio

11 de fevereiro de 2009 | 13h59

Como vocês sabem, eu não entendo nada de economia. Só me reservo o direito de achar esquisito que o mercado, tão auto-suficiente (a “mão invisível”, etc.) agora considere insuficiente toda a intervenção estatal mobilizada para salvá-lo. Logo o Estado (uma revista passou a grafá-lo em minúscula para mostrar seu desapreço por ele), que só fazia atrapalhar a vida e o empreendedorismo, e deveria ser reduzido ao mínimo indispensável. Sim, o Estado deveria apenas fazer valer os contratos, etc, e ficar na sua para não atrapalhar quem trabalha de verdade. Agora, diante da crise, não existe dinheiro (público) que chegue para salvar o tal mercado deteriorado.

Estranho, muito estranho…

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