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Manaus é maratona

Luiz Zanin Oricchio

09 de novembro de 2008 | 19h55

MANAUS – Vocês me desculpem, mas não tive tempo de postar, tamanha a correria. Fomos hoje de manhã para o encontro das águas, quer dizer o encontro dos rios Negro e Solimões. Uma bela experiência, repetida para mim, que já havia visto antes, duas ou três vezes, mas o fato é que nunca cansa. A viagem pelo rio foi ocupada em várias entrevistas com os convidados do festival, o que é sempre massacrante, pelo calor, pela dificuldade de se comunicar em virtude do barulho do motor do barco. O grupo de jornalistas conversou com Alan Parker, Claude Lelouch e mais atores e atrizes disponíveis por aqui. Na volta, ainda assisti aos jogos do Campeonato Brasileiro e agora estou saindo para o cinema, quer dizer, para o Teatro Amazonas, que é onde acontecem as projeções. O filme da noite é russo e sobre ele não tenho maiores informações, a não ser que se chama Captive e o diretor é Alexei Uchitel, de quem nunca ouvi falar. Melhor assim, para quem gosta de surpresas. Vamos ver no que dá. Depois esboço uma impressão mais geral do festival e começo a desovar as entrevistas, que devem sair no Caderno 2, mas ainda não sei quando.

Amanhã o dia também deve ser movimentado, pois vamos passar a noite num hotel na floresta. São quatro horas de barco para chegar lá. Voltamos a Manaus apenas na terça-feira.

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