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Globo de Ouro

Luiz Zanin Oricchio

13 de dezembro de 2007 | 12h47

Como diz um colega jornalista, a “suprema alegria” de um crítico é ver a relação do Globo de Ouro (ou do Oscar) e nela encontrar um brasileiro. Bem, fomos privados dessa suprema alegria, pois não há nenhum patrício na lista do Globo de Ouro que acaba de sair em Los Angeles.

Como sou alienado, não partilho esses prazeres refinados. Mas registro algumas coisinhas. Meu favorito, entre os indicados a melhor filme,é Onde os Fracos não Têm Vez (No Coutry for Old Men), um filmaço dos Coen como há muito eu não via. Baseado em Cormac McCarthy.

Entre os candidatos a melhor filme estrangeiro, fico com o romeno 4 Meses, Três Semanas, Dois Dias, de Christian Mugiu, que tem a secura de um deserto e mesmo assim emociona. Ou talvez exatamente por isso.

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