As informações e opiniões formadas neste blog são de responsabilidade única do autor.

Florbela

Luiz Zanin Oricchio

05 de maio de 2014 | 19h29

Há filmes interessantes pela maneira como contam uma história e existem outros que valem pela história em si. Florbela, do diretor português Vicente Alves do Ó, está mais próximo da segunda categoria que da primeira. Narra uma vida notável, mas a maneira como o faz não é tão notável assim.

De toda forma, a existência da poeta Florbela Espanca é tão envolvente que compensa as inúmeras limitações estéticas do filme. Florbela teve vida agitada. Não foi reconhecida pelo pai; era, portanto, filha ilegítima numa época em que esta condição existia e significava uma nódoa, espécie de pecado de origem. Teve três casamentos, inúmeros amantes, abortos, três tentativas de suicídio, a última bem-sucedida. Viveu de 1894 a 1930 e, de quebra, pegou uma época de turbulência na política portuguesa, que desaguaria, anos depois, na ditadura salazarista.

Leia o artigo completo:

http://www.estadao.com.br/noticias/arte-e-lazer,longa-e-marcado-pela-forte-presenca-de-florbela-espanca,1161159,0.htm

Tudo o que sabemos sobre:

Cinema PortugalFlorbela Espanca

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências: