Festival de Brasília divulga os longas da competição
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Festival de Brasília divulga os longas da competição

Luiz Zanin Oricchio

01 de agosto de 2016 | 16h00

candango

 

O Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, o mais antigo do País (teve sua primeira edição em 1965), divulgou hoje os longas que participarão da mostra competitiva. O festival se realiza entre 20 e 27 de setembro, na Capital Federal.

Novidade para este ano, talvez a principal, é a indicação do crítico Eduardo Valente para a curadoria do evento. Valente era diretor de relações internacionais da Ancine, é cineasta e escreveu muito sobre cinema. Conhece a coisa.

Em seguida, vem o número de competidores. Brasília, por tradição, limita-se a seis longas competindo pelos troféus Candango. Um por noite. Algumas vezes inchou a mostra, acho que houve um ano com até 12 concorrentes. Mas sempre acabava voltando ao leito antigo. Um filme por noite, para que seja visto por um público descansado e debatido a fundo no dia seguinte, nos tradicionais encontros entre equipes dos filmes e jornalistas e público. Este ano são nove os concorrentes.

Os nove foram selecionados por uma comissão de alto nível e digo isso porque conheço todos eles: o próprio Valente, a produtora Andréa Cals , e os críticos José Geraldo Couto, Marcus Mello e Pablo Gonçalo. O que fizeram, de fato, só saberemos depois de ver os filmes. Veremos se optaram pela diversidade ou se escolheram uma determinada tendência do cinema brasileiro. Conheço dois dos selecionados, mas não vou emitir opinião, pois ignoro o resto do conjunto.

A lista é a que segue:

 

1.      A cidade onde envelheço, de Marilia Rocha, 99min, 2016, MG

 2.      Antes o tempo não acabava, de Sérgio Andrade e Fábio Baldo, 85min, 2016, AM
 3.      Deserto, de Guilherme Weber, 100min, 2016, RJ
 4.      Elon não acredita na morte, de Ricardo Alves Jr., 75min, 2016, MG
 5.      Malícia, de Jimi Figueiredo, 87min, 2016, DF
 6.      Martírio, de Vincent Carelli, em colaboração com Ernesto de Carvalho e Tita, 160min, 2016, PE
 7.      O último trago, de Luiz Pretti, Pedro Diogenes e Ricardo Pretti, 98min, 2016, CE
 8.      Rifle, de Davi Pretto, 85min, 2016, RS
 9.      Vinte anos, de Alice de Andrade, 80min, 2016, RJ

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