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É Proibido Fumar se consagra no Grande Prêmio Brasil de Cinema

Luiz Zanin Oricchio

09 de junho de 2010 | 08h43

Foi ótimo para Anna Muylaert. E melhor ainda para o Grande Prêmio Brasil de Cinema, que assim se saiu de uma saia justa de indicações discutíveis. Repetindo Brasília, É Proibido Fumar ficou com os prêmios principais e assim salvou a cara da Academia, que indicou de modo estranho mas acabou premiando de maneira certa. Muylaert levou os troféus de roteiro, direção e melhor filme, entre outros. Mas o melhor ator foi Tony Ramos por Se Eu Fosse Você 2. E a atriz foi Lilia Cabral por Divã. Bem…

Simonal ficou como melhor documentário e o homenageado (póstumo) da noite foi Anselmo Duarte, morto no ano passado. Foi outro momento de emoção, com o belo texto de Ignácio de Loyola Brandão lido e interpretado por Gloria Menezes, que trabalhou com Anselmo em O Pagador de Promessas. Não custa lembrar que é o único brasileiro ganhador, até agora, da Palma de Ouro em Cannes. Em 1962! Volto ao assunto. Mas é claro que a Academia precisa se expandir e acolher outras tendências do cinema brasileiro.

A premiação completa você encontra no site da Academia.

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