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Diário do Cine PE 2012: o início

Luiz Zanin Oricchio

26 de abril de 2012 | 18h27

RECIFE – De Belém mudo o endereço para Recife, onde estou desde ontem.

Vim para mais uma edição do Cine PE, a 16ª. Estive aqui desde a primeira, aliás, fui júri da primeira, um festival ainda pequeno, incipiente, criado pela iniciativa do casal Sandra e Alfredo Bertini, e que em poucos anos se transformou num dos mais importantes do país.

Festival de grande público, sediado no Cine Teatro Guararapes, que abriga plateias de mil e 200, mil e quinhentas pessoas. As sessões são apoteóticas, o que atrai cineastas para cá.

Bombado por esse público, e pela competência da organização, o festival cresceu, inchou, às vezes tornou-se maior do que deveria ser, uma sina dos festivais nesta época de patrocínios de grandes eventos. Mas esta é outra história.

Este ano o Cine PE está repaginado para uma versão mais sintética. Apenas um longa e três curtas por noite, o que é um programa palatável, dentro da capacidade humana de recepção. Apenas uma das noites, no fim de semana, terá dois longas.

Além disso, haverá os debates e homenagens de praxe. Este ano os homenageados são Cacá Diegues, a Fernando Meirelles e Ney Latorraca.

Hoje à noite, daqui a pouquinho, o festival começa com o inédito À Beira do Caminho, de Breno Silveira, o mesmo do grande sucesso Dois Filhos de Francisco. Estou curioso.

Estarei por aqui, para conferir tudo e dar meus pitacos no blog. Acompanhe.

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