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Diário do Cine PE 2012 A bruxa está solta

Luiz Zanin Oricchio

30 de abril de 2012 | 01h09

RECIFE – Mais um problema técnico impediu o desenvolvimento normal do festival. Depois do defeito no som de À Beira do Caminho, que teve de ser repetido, agora foi a vez de Boca, de Flavio Frederico. A sessão foi interrompida quando a produção do filme percebeu que os rolos haviam sido trocados na projeção.

Os dois primeiros rolos passaram normalmente, mas quando deveria entrar o terceiro, o que começou a passar foi o quinto, ou o sexto. Ou seja, uma trapalhada, que ainda não se sabe se devida ao laboratório de onde veio a cópia ou da montagem das partes na cabine.

O fato é que, no meio do filme, que estava indo muito bem, a sessão foi suspensa e todo mundo foi embora para casa. Será preciso arrumar outra data para nova projeção, o que vai causando problemas acumulados ao festival.

Boca é adaptado de Boca do Lixo, relato autobiográfico do bandido dos anos 1950 e 1960, em São Paulo, Hiroito de Moraes Joanides.  O livro fez sucesso e o marginal, de hábitos refinados e culto, era o xodó da crônica policial paulistana dessa época. Hiroito é interpretado pelo ator Daniel Oliveira.

 

 

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