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Diário de Veneza: talvez um azarão, Tao Jie

Luiz Zanin Oricchio

09 de setembro de 2011 | 19h22

No mais, num festival que tem trazido tantos filmes que refletem o mal-estar diante do mundo contemporâneo, um se distingue pela sua singeleza. Tao Jie,da chinesa de Hong Kong Ann Hui. Inspirando-se em Uma Vida Simples, de Flaubert, ela conta a singela história da mulher que serve a uma família durante 60 anos até ser obrigada a se transferir para uma casa de idosos após sofrer um derrame.

É quase banal de tão singela, mas alivia o clima pesado.

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