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Diário de Veneza 2011

Luiz Zanin Oricchio

30 de agosto de 2011 | 02h18

Já em Veneza. Para mais um festival, depois daquela viagem estafante, que envolveu troca de avião em Frankfurt, barco, táxi até o hotel. Quase 24 horas de porta a porta.

Encontro Veneza sob um calor africano, ar parado, ventiladores ligados a noite toda, pernilongos (zanzare) fazendo a festa com a carne da gente.

Fuso horário (5 horas de differença) também fazendo efeito. Acordo subitamente e nada mais de sono. Ainda é muito cedo para fazer o credenciamento. Daqui a pouco tomo o café da manhã e dou um pulo no Palazzo para ver em que situação está. Quem já viu, diz que as obras continuam. O novo edifício não pode ir adiante porque encontraram amianto nas fundações do antigo. Enquanto não puderem remover o elemento tóxico, nada feito. Veremos.

A boa notícia é que à tarde haverá cabine do novo filme de Frederick Wiseman, Crazy Horse. Estou curioso. Mas antes há já alguns filmes para ver, que, para falar a verdade, são a única coisa de fato que interessa num festival de cinema.

Bem, enfim, esse post rápido era só para dar um toque: as notícias vão começar a aparecer neste blog. E, claro, no Caderno 2.

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