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Diário de Brasília 2012 Documentário e ficção

Luiz Zanin Oricchio

24 de setembro de 2012 | 12h21

No debate de Este Amor que nos Consome ficou claro o absurdo da distinção entre documentários e ficções adotada por Brasília este ano. O filme é um desses casos trangênicos, em que os personagens interpretam a si mesmos. Tamanha era a dúvida que o filme foi inscrito nas duas categorias. 

Foi selecionado como ficção. Assim como poderia ter sido selecionado como documentário. 

Aliás, ninguém agüenta mais essa discussão. Foi ultrapassada. 

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